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[Prévia] Em Breve Halo: Reach

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[Prévia] Em Breve Halo: Reach

Mensagem por Fulan em Seg Jan 18, 2010 2:09 am

Antes de Master Chief, uma equipe de Spartans fez o impossível.


Ano Novo, pesquisas Novas! Desta vez, uma sobre quais serão os jogos mais
vendidos de 2010, conduzida pelo site Gamesindustry.biz. Após consultar
inúmeros profissionais da indústria de video games, o resultado foi que
Halo: Reach tem tudo para ser o Modern Warfare 2 deste ano, vendendo
mais do que todos os outros títulos. Mas do que consiste exatamente o
game? A revista Game Informer revelou recentemente os primeiros
detalhes oficiais sobre ele.


Uma equipe avassaladora

A equipe se chama Noble Team, composta
de seis integrantes. O protagonista é o mais recente membro do time,
Noble 6, integrando-o após o falecimento de um dos soldados anteriores.
Mas este grupo é muito mais do que deveria ser, já que sobreviveu a
inúmeras missões aparentemente suicidas e continua se mantendo ativo
através dos diferentes conflitos de que participa. Quase todos são
soldados Spartan III, e deveriam ser dispensáveis.

No entanto, sob a liderança de
Carter-259, eles já conseguiram sair de situações quase impossíveis, o
que o torna respeitado pelos companheiros. Logo abaixo dele está
Kat-320, uma combatente que perdeu um braço em batalha mas que possui
um implante robótico para substituí-lo. O especialista em armamento
pesado Jorge-052 é o Spartan II do grupo, a exceção que o torna
extremamente experiente. Emile-239 é um personagem quieto que possui
uma caveira pintada em seu capacete. Jun-266 é o especialista em
snipers do grupo.




O protagonista em si não teve muitos
detalhes de sua história revelados, mas já foi adiantado que possui
alguns segredos sombrios a serem desvendados no decorrer da trama. O
que contrasta imensamente com a lista enorme de realizações em batalha
que sua ficha possui, criando um personagem intrigante e misterioso.

Os desenvolvedores de Halo: Reach
também consideram que o planeta deve ser visto como um personagem. Isto
porque é um cenário central da história do universo Halo, e eles
pretendem contar a saga de seus últimos dias antes da destruição de
maneira épica. Para isto, serão revelados detalhes inéditos do
meio-ambiente, dos povos e das culturas que habitam Reach. Assim, a
exploração dos cenários também será um elemento central do título.


Inimigos realmente assustadores

O Covenant é um inimigo antigo em
Halo. Mas, com o passar do tempo, os desenvolvedores sentiram que a
facção acabou perdendo um pouco de sua capacidade de intimidação — e
pretende reverter este quadro. Isto é especialmente verdade pois este
game se passa apenas alguns dias antes do primeiro Halo, então o
Covenant deve ser algo igualmente ameaçador.

Assim, os jogadores irão presenciar os
alienígenas como inimigos aterrorizantes e ainda pouco conhecidos. Nada
de diálogos em inglês para eles, todas as suas falas serão em sua
própria língua, tornando-os ainda mais estranhos e distantes dos
humanos. Para complementar este fato, existem novos tipos de inimigos
que servirão para pegar até mesmo os mais veteranos jogadores da
franquia desprevenidos — como os Skirmishers, que atacam os pontos
fracos do exército oponente em grupos.


Não mais sozinho




A grande novidade deste título é, sem dúvida alguma, a escala grandiosa
dos combates. Enquanto nos outros jogos da série Halo o jogador estava
geralmente sozinho lutando contra hordas de inimigos, desta vez estará
acompanhado de um time de Spartans, o que resulta em batalhas ferozes e
imensas. Para dar uma ideia do tamanho, os desenvolvedores afirmam que
em Halo 3 era possível ter 20 inteligências artificiais na tela ao
mesmo tempo, e agora podem incluir 40 e mais 20 veículos — mais do que
dobrando a capacidade.

O objetivo? Retratar de forma
impressionante a invasão de Reach pelas forças do Covenant, de forma
que o jogador possa pensar que faz parte de um conflito muito maior,
por mais que esteja lutando em algum local remoto do planeta. Para
tornar ainda mais dura esta realidade, o estilo das animações e
cutscenes também foi modificado: agora, se trata de uma espécie de
jornalismo de guerra, muito mais próximo e envolvido nos eventos.

Isto significa que a câmera
chacoalhará quando a cena estiver se desenrolando em terreno
rudimentar, que uma visão de cima significa que a câmera está
posicionada em alguma nave sobrevoando o local, e assim por diante.
Isto porque os desenvolvedores querem um estilo mais sério para Halo:
Reach. Até mesmo o conceito dos protagonistas mudou, já que são
retratados muito mais como humanos do que o super-herói que Master
Chief se revelou.


Voltando às raízes

O combate também foi severamente
modificado com relação aos últimos títulos da franquia. Os próprios
desenvolvedores admitem que tentaram recuperar o que se perdeu durante
a série, e alguns elementos vistos no Halo original retornarão. O mais
flagrante é o sistema de vida, já que existe um barra de pontos de vida
que é utilizada após a barra do escudo estar vazia.

Isto serve tanto para transmitir um
sentimento de que o personagem é um tanto quanto vulnerável — embora
não tanto quanto os de ODST — mas também para encorajar a exploração
das fases, em busca dos “health packs” itens que recuperam vida.

Todos estes elementos são
complementados por armas novas, ao mesmo tempo em que o sistema de
armamento é simplificado. Somente as granadas “frag” e “plasma”
permanecem e as armas foram remodeladas consideravelmente, tanto em
termos estéticos quanto de funcionamento e sons. Além, é claro das
novidades que aparecerão, como o DMR (Designated Marksman Rifle) —
rifle que ocupa um meio-termo entre o sniper e o de batalha.


Por fim, conceitos novos

Além do que já foi visto e expandido
em cima da franquia, existirão também alguns conceitos inteiramente
novos. Dois deles são os principais, que afetarão todos os jogadores
que decidirem explorar o planeta Reach: assassinatos corpo-a-corpo e um
sistema de habilidades da armadura.

O primeiro é efetuado como em vários
jogos furtivos, com o jogador evitando ser percebido pelo oponente até
o momento final, em que executa um movimento adaptado ao cenário em que
se encontra e manda o maldito Covenant para o outro mundo.

O segundo substitui os equipamentos
encontrados através das fases. Agora, a armadura ganha habilidades
recarregáveis, que só podem estar equipadas uma de cada vez, mas que se
recarregam com o tempo. Assim, evita-se o desperdício de itens quando o
jogador não tem certeza do que eles fazem, mas os utiliza na tentativa
de descobrir.




Assim, o jogador pode escolher seu
jeito de jogar, já que estas habilidades encompassam tanto o poder de
correr mais rápido ou de se camuflar com o ambiente, mudando
consideravelmente o estilo da jogabilidade. Realmente, Halo: Reach está
se revelando um sistema de combate evoluído como há muito não se via na
série.

O que se reflete também na parte
técnica do game, que segundo os desenvolvedores é de uma nova geração.
Nada de engines reutilizadas de jogos anteriores, desta vez existe um
enorme trabalho para revigorar todos os aspectos técnicos do título
para que seja um jogo muito mais avançado. Ainda é um pouco cedo para
saber que tipo de resultado prático isto terá na jogabilidade, mas
ficaremos aguardando.


Halo: Reach deve sair este ano, mas ainda não há data mais precisa para o lançamento.


Fonte: www.baixakijogos.com.br

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Re: [Prévia] Em Breve Halo: Reach

Mensagem por Racer em Seg Jan 18, 2010 7:54 pm

-movido-







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